Domingo, 28 de Dezembro de 2008

A PSICLOGIA DA VIDA E SEUS MISTÉRIOS!

A PSICOLOGIA DA VIDA

Muitos acontecimentos na vida humana despertam pensamentos e sentimentos capazes de questionar a psicologia da vida, sendo possível avaliar a potencialidade de cada fato.
A princípio, muitas coisas surgem e são vistas como algo ruim, onde as pessoas se identificam com a fragilidade, se fecham e se isolam.
Fatos da vida que quando são sentidos e vividos de forma negativa, levam o ser humano a se depreciarem.
No mundo existem vários tipos de pessoas. Umas mais fortes, mais positivas, que são capazes de transformar o negativo em positivo, superando com mais facilidade certos tipos de traumas. Outras, que se transportam para o subconsciente, cada vez que relembram o caso.
Muitas vezes, dificuldades e obstáculos surgem na vida das pessoas para que aprendam a enfrentá-las e amadurecer com o tempo. Tudo o que se aproveita em momentos difíceis, serve para o fortalecimento do fator psicológico do ser humano.
Em certos momentos não é preciso estudar psicologia para saber lidar com fatos inesperados que influenciam no fator psicológico e passar as experiências vividas. Ninguém melhor do que pessoas que superaram problemas difíceis, que sobreviveram a uma tragédia, que suportaram desilusões amorosas, problemas familiares, doenças; enfim, pessoas que venceram positivamente tais momentos, se tornam mais fortes e têm mais facilidade para falar do assunto, dar apoio às outras pessoas, sem se abalar de forma negativa. Não há nada que fortaleça e motiva mais uma pessoa, do que a superação de traumas.
As pessoas negativas se prendem aos fatos, mantendo-se afastadas de lugares, pessoas, palavras, tornando difícil e quase impossível um bom relacionamento em alguns ambientes.
A influência psicológica é muito importante na vida de qualquer um, porém, é necessário que se tenha capacidade de controlar tal influência e principalmente direcionar o pensamento e as ações de acordo com o momento e os fatos. Esse direcionamento é importante e ao mesmo tempo difícil porque existem dois lados, duas forças: O Negativo e o Positivo.
Exemplo simples disso: Existem pessoas que dizem não gostar de uma fruta sem nunca ter provado, simplesmente porque alguém disse que é ruim.
Cada pessoa tem seu jeito de ser, sentir e agir individualmente e não deve viver com base nos acontecimentos da vida de outros. Não é porque algo aconteceu com ela, que com você será a mesma coisa, pois, o que é negativo para um, pode ser positivo para outro, tudo isso é questão de observação e interpretação. As informações são elaboradas e transmitidas para o subconsciente através da maneira que a pessoa vê e entende os fatos.
Se obstáculos cruzam os seus caminhos, não os subestime e nem tenha medo de encará-lo, porque eles são a base que solidifica e fortalece seus passos e edifica seu corpo, sua mente e sua alma.

Autora: Maria da Penha de Souza

Sábado, 27 de Dezembro de 2008

SOMOS TODOS IGUAIS?

FEDERAÇÃO DAS APAES DO ES/FACULDADE UNIVENETO
POS-GRADUAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCACÃO ESPECIAL/EDUCAÇÃO INCUSIVA com ênfase nos parâmetro curriculares das APAES


DANIELLE FALCÃO ALVES


Trabalho apresentado ao Curso de Pós Graduação/Especialização em Educação Especial/Educação Inclusiva em ênfase nos parâmetros curriculares das Apaes da Federação das APAES do ES/Faculdade Univeneto, como requisito parcial e obtenção de nota na disciplina Princípios Históricos Filosóficos e sociais da Educação ministrada pela Professora Terezinha Schutcher.


VITÓRIA
2008
SOMOS TODOS IGUAIS?

A aceitação das pessoas provém da minha própria aceitação. Meu espaço é meu por direito e ninguém poderá mudar isso.



Maria da Penha de Souza, 32 anos.



Muito se fala acerca da inclusão de pessoas com deficiência nas escolas, nos espaços públicos, mas precisamos entender que não são somente pessoas com deficiência que estão excluídas, à margem da sociedade, mas sim todos aqueles que não conseguem dar conta de acompanhar e inserir-se efetivamente no que a sociedade capitalista oferece, que é tão pouco. Infelizmente muitas vezes assume-se apenas uma postura de contemplação da realidade, assim como pontua GENTILI (2001, p. 30-31)),

Em nossas sociedades fragmentadas, os excluídos devem se acostumar à exclusão. Os não excluídos, também. Assim, a exclusão desaparece no silencio dos que a sofrem e no dos que a ignoram... ou a temem. (...) Entretanto, o medo não nos faz “ver” a exclusão. O medo nos leva a temê-la. E o temor é sempre, de uma forma ou de outra, aliado do esquecimento, do silêncio.

Dentre as grandes histórias de inclusão e/ou exclusão, temos aqueles cidadãos que superam suas limitações, que percebem que acreditar em si é o primeiro passo para serem aceitos pelos outros, destaco Maria da Penha de Souza, nascida em 01/02/76, cadeirante em virtude de um Tumor de Célula Gigante – TCG na coluna lombar (sacro e cóccix) e a mesma relata que:

“A sociedade ainda faz de conta que não nos vê, enfrentamos ainda muitas dificuldades e o quesito “inclusão” está completamente fora dos padrões, o que existe na verdade é uma camuflagem da realidade, para fazer de conta que estão investindo na causa da pessoa deficiente. Nós temos que nos adequar aos espaços, sendo que seria mais fácil adequar os espaços que beneficiariam todo mundo”.

Penha faz parte de um total de 24,5 milhões de pessoas com alguma deficiência em nosso país correspondendo a 14,5% de toda população brasileira. Constata-se que essa quantia não é irrelevante quando analisamos que apesar de ser um número de ordem nacional, este ultrapassa a casa dos milhões.

A partir dos registros percebe-se que nosso país é bem agraciado em termos legais uma vez que nas últimas décadas temos avanços em legislações, publicações científicas, grandes pensadores defendem uma inclusão em sua totalidade, não apenas restringindo-se ao âmbito educacional. Porém na prática presenciamos diversas formas de exclusão muitas vezes provocam constrangimento não apenas para a pessoa deficiente, mas também para os que a acompanham. A sociedade não percebe a pessoa enquanto um ser completo e que por algum motivo tem alguma habilidade limitada em diferentes níveis.

Assim, para além da deficiência objetivamente detectável, há uma produção social da subjetividade de deficiente. É nesse sentido que as ações e decisões dessas pessoas acabam por ser insignificantes diante da deficiência, a qual é isolada como determinante fundamental para uma concepção unilateral do homem. Socialmente, a deficiência teria mais importância que as atitudes dos indivíduos, suas ações e decisões não produziriam transformações no rela, porque são vistos como não capazes de produzir. (ROSS, 2000, p. 2-3)

A postura apontada por ROSS (2000) revela exatamente o nosso cotidiano não apenas escolar, mas social e cultural, em que sobrepujamos a deficiência ao individuo, assumimos um comportamento de piedade, solidariedade muitas vezes motivada apenas por comoção e não por entender que precisamos ter uma sociedade acessível, apta não só ao deficiente, mas a todo aquele que de alguma forma esteja excluído.

Para fins de constatação, Penha é uma brasileira que está vencendo todas as barreiras que lhe são impostas, muitas delas invisíveis e considero-as como as mais difíceis de transpor. Em relação à sua história de vida, apresento-lhes suas palavras:

“Sou Mª da Penha de Souza e no início do mês de Fevereiro, comecei a sentir dores na região lombar, fiquei internada várias vezes, mas ninguém sabia o que eu tinha. As dores iam e vinham cada vez mais fortes. Tomava muitos remédios, mas não adiantavam. Passei por vários hospitais, mas nada era feito. Em setembro de 2002, consultei com um médico aqui e ele me pediu uma ressonância magnética, fiz esse exame e quando o resultado chegou descobrimos q eu estava com 01 tumor gigante na coluna lombo-sacro. Fui encaminhada para o Hospital Santa Rita de Cássia em Vitória ES, fiquei lá um mês, tomando medicamentos a base e morfina para amenizar as dores.

Depois fui para a Santa Casa de Misericórdia em SP no Pavilhão Fernandinho Simonsen onde fiquei por 11 meses. Minhas pernas atrofiaram. Em 12/05/03 fiz a cirurgia de rececção do sacro, o tumor era do tamanho de um melão com 1,200 kg. 2 meses depois fiz cirurgia nas pernas e quadris. Todos achavam que eu ia morrer menos eu! Eu tinha duas opções: VIVER OU MORRER. Então eu escolhi VIVER.”


Várias são as formas de aceitação, de superação e até mesmo de imposição de potencialidades. Através da entrevista realizada percebe-se que a conduta de Penha mediante seu potencial foram primordiais para sua “sobrevivência” nessa sociedade tão exclusivista. Em relação à sua aceitação em relação à deficiência, a mesma afirma:

“Na realidade, eu aceitei mais facilmente do que as outras pessoas, aceitar a condição é totalmente diferente de acomodação, a partir do momento em que eu decidi que eu era uma pessoa normal como todo mundo, as outras pessoas aceitaram com mais facilidade. Tive perdas, atravessei momentos de abandono de pessoas que estavam dentro do meu ciclo de amizades, alguns dizem que o motivo não muito lógico, foi a inconformidade por eu estar assim. Mas a aceitação em si depende muito de cada pessoa, depende da imagem que ela passa às outras pessoas, se nos mostramos infelizes e inconformados, automaticamente essa visão será transmitida para as outras pessoas. Toda recuperação em si, em qualquer situação depende exclusivamente de antemão da própria pessoa. Se eu não me aceito, a sociedade também não aceitará. Se eu acredito que sou inválida, é a visão que a sociedade terá, mas se eu me mostrar capaz e buscar isso no meu dia a dia como têm feito, minha imagem será um exemplo. Resumindo, a aceitação das pessoas provém da minha própria aceitação”.

Afirmar que o cotidiano da Penha é sem discriminação ou dificuldade é mera ilusão. Penha é uma pessoa ativa na comunidade em que vive, atualmente cursa Administração e é presidente da Associação Veneciana de Pessoas Deficiente – AVPD. Quanto à sua visão política a mesma é bastante crítica, até mesmo pelo seu envolvimento na causa da pessoa com deficiência, inclusive sendo escolhida em Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência para representar-nos na II Conferencia Estadual que foi realizada em agosto/08.

Quanto ao apoio da sociedade e do poder público em relação à inclusão efetiva da pessoa com deficiência seja na comunidade, escola, trabalho, etc, Penha assim se manifesta:

“Não vejo apoio nessas áreas, pois se existisse esse apoio, muitas coisas já estariam resolvidas. O governo Federal, simplesmente cria projetos que não beneficia a toda à classe necessitada, e ainda temos que concordar com isso. Um exemplo bem recente, o BPC, que deveria ser estendido a todos, e mais uma vez apenas uma minoria será beneficiada.

Ninguém vê a necessidade de adequação, de adaptação dos espaços, de acessibilidade, até acontecer com um membro da família ou até com a própria pessoa. Mesmo com a legislação mostrando nossos direitos como cidadãos, ninguém faz nada pra mudar. Somos submetidos a todo o instante a constrangimentos, e corremos perigo sempre, e mesmo assim, continuam não nos vendo. Não tem como a gente aparecer sempre, pois o sistema nos obriga a ficarmos trancafiados, nosso direito de ir e vir livremente é confiscado pela falta de acessibilidade.

O ideal seria não precisarmos sempre estar pedindo ajuda, apesar de que reconhecer que necessitarmos dela é sinônimo de humildade, não é sempre que as pessoas estão dispostas a nos ajudar sempre que precisamos. “


Em relação a situações de inclusão e de exclusão que ela possa ter vivenciado, a mesma relata que sente-se incluída em seu trabalho e que sua exclusão manifesta-se em algo que a princípio deveria ser básico e acessível a todos:

“Exclusão: Esse termo existe sempre, pois eu particularmente me sinto excluída principalmente no lazer, porque devido à falta de acessibilidade, não temos condições para estarmos nos eventos sociais, bailes, transporte etc. Querendo ou não, essa é uma forma de exclusão”.

A entrevista realizada com Maria da Penha serve-nos de apoio para não desistirmos de lutar por uma sociedade realmente inclusiva e nos traz também muitas inquietações quando constatamos que ainda há muito para ser feito.



Segundo GENTILLI (2001, p. 29)

Em nossas sociedades dualizadas, a exclusão é invisível aos olhos. Certamente, a invisibilidade é a marca mais visível dos processos de exclusão neste milênio que começa. A exclusão e seus efeitos estão aí. São evidências cruéis e brutais mostradas nas esquinas, comentadas nos jornais, exibidas nas telas. Entretanto, a exclusão parece ter perdido a capacidade de produzir espanto e indignação em boa parte da sociedade. Nos “outros” e em “nós outros”

Boaventura de Souza Santos, nos remete a grandes inquietações e estímulo à mudança de postura e de descontentamento, de “desassossego” quando diz que: “As pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferentes quando a igualdade os descaracteriza”. Essa talvez, seja uma das grandes constatações que movem e inquietam todo e qualquer cidadão que vislumbra uma sociedade mais justa e igualitária.

REFERENCIAS

GENTILLI, P. A. A exclusão e a escola: apartheid educacional como política de ocultação. ALENCAR, C. e GENTILLI, P. (org.) Educar na esperança em tempos de desencanto. Petrópolis: Vozes, 2001.

ROSS, P. R. A crise da Educação Especial: uma reflexão política e antropológica (Internet).



Obs.: Esta publicação é apresentada por Daniele Falcão, em entrevista comigo, Maria da Penha de Souza para realização de um trabalho de pós graduação.

EU QUERO, EU POSSO, EU CONSIGO!!!TUDO É QUESTÃO DE ESTRATÉGIA E CONFIANÇA!

A história de Rodrigo.

Oi, meu nome é Rodrigo, tenho 12 anos. Estou na 6ª série do ensino fundamental, e hoje é um dia muito especial para mim!


Aliás, hoje é um dia superespecial para toda a classe, pois o nosso time de futebol vai disputar a final do campeonato.

Nao dá nem para acreditar: Nosso time na final e eu participando!
Sabe, se há um ano alguém me tivesse dito que eu seria técnico de futebol, eu teria achado que era uma piada! Mas eu vou contar para você como tudo isso começou...

Eu sempre gostei muito de jogos e de estratégia.
Desde pequeno aprendi a jogar damas e depois xadrez. Só que no recreio da escola era muito difícil conseguir algum parceiro para jogar...

Bastava o sinal tocar para que todos saissem correndo atrás de uma bola. E eu, como não podia correr nem tinha com quem jogar xadrez, ia assistir ao jogo de futebol.

Mas os meus amigos eram muito desorganizados, pareciam 11 meninos jogando sozinhos, correndo como malucos, cada um por si!
Jogo que era bom, nada. Ningiém passava a bola.

Resolvi então dar minha opinião, utilizando um pouco a minha tática de enxadrista, quer dier, de quem joga xadrez.

Citei alguns exemplos desse jogo e lembrei aos garotos algumas jogadas do time. Afinal, eu erao torcedor mais assíduo, estava sempre lá na arquibancada assistindo ao jogo.
E não é que deu certo!

Comecei arriscando um pequeno palpite: disse que não importava muito qual jogador marcava o gol. Fiz com que os meninos se conscienteizassem de que faziam parte de uma equipe...

Eles começaram a pedir sugestões de jogadas, e no final de cada jogo eu fazia uma análise dos resultados. Então surgiu um time de verdade, uma equipe buscando os mesmos objetivos.

E aqui estou Eu, técnico, na final do campeonato!
É uma sensação incrível, pois sei como foi importante eu ter observado o time, recreio após recreio, o quanto valeram minhas opiniões e como foi eficiente nossa estratégia...

E como é maravilhoso saber que, mesmo sem poder correr atrás de uma bola, minha participação foi decisiva para estramos disputando esta final!

Rodrigo, como todas as crianças, adora brincadeiras, jogos, diversão e, principalmente, a companhia de outras crianças.
Por ter nascido com uma deficiência física, Rodrigo não consegue correr, pular e virar cambalhotas...
Mas o fato de precisar de uma cadeira de rodas para se locomover nao o impediu de observar os colegas jogando bola.
Assim, uilizou suas habilidades especiais, sua estrategia, ele foi o principal responsável pela formação e pelo sucesso de um time de futebol de verdade!

A maioria das pessoas quando se pegam em determinadas situaçãoes da vida, acham que não conseguem mais fazer parte de atividades espostivas, dançar, enfim, se divertirem e fazer o que sempre gostaram de fazer...Mas, observando a história de Rodrigo, assim como a história de muitas outras pessoas, o que precisa ser feito é que as pessoas acreditem no seu potencial e que podem sim, partaicipar e estar no convívio social, contribuindo para seu desenvolvimento.
Não precisa articipar como os outros, pois todos têm capacidades para participarem de outras maneiras.
Uma pessoa que se torna cadeirante pode participar ativamente de muitas coisas, o que ela precisa é acreditar que pode...Assim com Rodrigo acreditou e mudou a história do seu time.

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

PROTESTO E SOLIDARIEDADE

É inadimissível que a essa altura do campeonato, as pessoas tenham atitudes tão mesquinhas.
Mesmo as leis sendo tão claras e com tanta informação isso ainda aconteça.

A Lei que descreve os direitos da pessoa com deficiência visual de entrar e permanecer em ambientes acompanhados de cão-guia prevê multa de até R$ 30 mil para quem descumprir a legislação. Em caso de reincidência, a Lei Federal 11.126/2005, diz que o infrator pode ter de pagar até R$ 50 mil.

É essencial que as pessoas com deficiência e seus familiares não se sintam intimidados e não se deixem abater por isso.
Como pode as empresas, com tantos movimentos e sociedades organizadas mostrando, divulgando, não se conscientizarem e treinarem seus funcionários e colaboradores quanto ao respeito às pessoas. Alíás, respeito ao próximo vem de berço, isso não se adquire.

É intrigante não pensarem, não enxergarem e continuarem fazendo de conta que não sabem de nada, que não têm culpa.

Coloquem uma venda nos olhos e vamos ver até onde conseguem ir.

Talvez eles esperam que aconteça dentro de suas casas, para aprenderem a respeitar o ser humano.

"NÃO DÁ PARA ACREDITAR QUE ESSES ABSURDOS ACONTEÇAM AINDA HOJE. ESTOU COM MEU CACHORRO A 1 ANO E MEIO E DESDE ENTÃO JÁ PASSEI POR MUITAS SITUAÇÕES VEXATÓRIAS COMO ESSA, MAS CONFESSO QUE ESTOU CANSADO DE TUDO ISSO", Desabafo do Sr. Everaldo. (JORNAL A TRIBUNA de 17/12/2008).

"SE AS PESSOAS TIVESSEM UM POUCO MAIS DE BOM SENSO E CONSCIÊNCIA NÃO PRECISARIA NEM MESMO DA LEI, COMO OCORRE EM MUITOS OUTROS PAÍSES. MORO EM BRASÍLIA E NUNCA HAVIA PASSADO POR ISSO ANTES. É REVOLTANTE PASSAR POR ESSE TIPO DE SITUAÇÃO, MAS O QUE A GENTE NÃO PODE É ABAIXAR A CABEÇA".
(Depoimento de Spencer Carnicelli de Miranda, 19 anos, estudante)

"MORO EM VOLTA REDONDA, NO RIO DE JANEIRO, E JÁ TIVE ALGUNS PROBLEMAS ENVOLVENDO MEU CÃO-GUIA, MAS NUNCA PASSEI POR UMA SITUAÇÃO PARECIDA COM ESSA. COM TANTA INFORMAÇÃO, A GENTE NÃO PODE ACEITAR ESSE TIPO DE COISA". (Raoni Campbel de Oliveira, 23 anos, terapeuta).

Nota 1000 para os amigos, não desistam de seus objetivos. E nessa história toda, vamos ver quem é o deficiente...

Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

DEFICIÊNCIAS: É POSSIVEL PREVENIR?


Para responder esta pergunta, primeiro precisamos explicar dois conceitos muito importantes: o que camamos de "deficiência mental" e o que é "prevenção". A partir daí será possível discutir ações que podem ser desenvolvidas em qualquer comunidade.
DEFICIÊNCIA MENTAL - é um estado definido por inibição do desenvolvimento ou desenvolvimento incompleto da mente, caracterizado pelo prejuízo das aptidões e da inteligência geral em áreas tais como, o aprendizado, a linguagem, o desenvolvimento motor e social.
PREVENÇÃO - é o conjunto de ações destinadas a impedir (ou evitar ao máximo) a ocorrência de limitações intelectuais, físicas, psíquicas e/ou sensoriais, durante a gravidez, no nascimento e ao longo da vida. Para evitar ou reduzir situações de risco, a Prevenção pode ser realizada de forma primária, secundária ou terciária.
As causas que levam uma criança à deficiência mental são muitas. A maioria está ligada a problemas sociais e econômicos da família e questões de Saúde Pública, como por exemplo, problemas de parto, infecções e desnutrição. existem também vários fatores genéricos que podem levar a uma deficiência. Podemos desenvolver ações de Prevenção em diversos níveis:
PREVENÇÃO PRIMÁRIA:
Medidas para não permitir a ocorrência da deficiência. Exemplo: evitar o uso do álcool durante a gravidez. Os bebês de mães que consumiram bebida alcoólica durante a gravidez podem nascer com Síndrome Alcoólico-fetal, que acarreta deficiência mental grave.
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA:
Medidas aplicadas após o dano acontecer e antes que se estabeleçam as deficiências prevenindo a instalação de limitações temporárias ou permanentes. Exemplo: realizar o Teste do Pezinho. este teste detecta se a criança tem certas doenças que se não forem tratadas a tempo, levam à deficiência mental.
PREVENÇÃO TERCIÁRIA:
Medidas aplicáveis depois da instalação da deficiência, visando melhorar o desempenho de atividades pela pessoa, proporcionando atendimento digno, decente e adequado para que as seqüelas não sejam agravadas. Exemplo: atendimento especializado para pessoas com necessidades educacionais especiais.
Fonte: FEDERAÇÃO DAS APAES DO ESPÍRITO SANTO.

CONADE - CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA DE DEFICIÊNCIA.

COMPOSIÇÃO CONADE

O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência - CONADE é órgão superior de deliberação colegiada, criado pela Medida Provisória nº 1799-6/1999, inicialmente no âmbito do Ministério da Justiça. Em maio de 2003 o Conselho, por meio da Lei nº 10.683/2003, passou a ser vinculado à Presidência da República por meio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

A principal competência do CONADE é acompanhar e avaliar o desenvolvimento da Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência e das políticas setoriais de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer, política urbana, dirigidas a este grupo social. As competências do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência - CONADE estão definidas no Decreto 3.298/99 de 20 de dezembro de 1999 que regulamentou a Lei 7.853/89.

O CONADE, conforme estabelece a Portaria nº 154, de 28 de fevereiro de 2002, reunir-se-á mensalmente em caráter ordinário e, extraordinariamente, por convocação do Presidente, ouvido o Plenário, ou por requerimento da maioria de seus membros, com o mínimo de dez dias de antecedência.

As reuniões serão públicas, salvo deliberação em contrário do Plenário, ou por requerimento da maioria de seus membros, com o mínimo de dez dias de antecedência.

Presidente: Alexandre Carvalho Baroni Vice-Presidente: Denise Costa GranjaAssessora Técnica Responsável: Márcia Regina Mendes Melo

Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Anexo II, 2º andar – sala 211Fone/Fax : : 0 xx 61 3428-9967Fone: 0 xx 61 3429-3673 e 3429-9219 e 3429-9159E-mail: conade@sedh.gov.brCEP: 70064 900 – BRASILIA - DF

ACESSIBILIDADE - SIGA ESSA IDÉIA.
Assista ao vídeo da campanha. http://www.agenciabrasil.gov.br/media/videos/2007/08/02/Acessibilidade_Promo_EDITADO.flv/view

VOCÊ SABE O QUE É AVPD?

Maria da Penha de Souza - Presidente da AVPD

A AVPD - ASSOCIAÇÃO VENECIANA DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA, existe a 10 anos, sem sede própria, mas que possui um terreno doado pela prefeitura para a construção desta sede, onde os planos futuros são: projetos relacionados à educação, esporte, lazer, formação e capacitação profissional do deficiente.
Apesar das empresas destinarem parte de suas vagas de emprego para deficientes, os mesmos não possuem capacitação para ocupar essas vagas e queremos investir nessa capacitação, disse a presidente: Maria da Penha de Souza. Ressaltou ainda que, mesmo com o apoio do Hospital São Marcos, a AVPD precisa e está a procura de PADRINHOS e MADRINHAS, para contribuir mensalmente com qualquer quantia para ajudar para que o projeto saia do sonho e torne uma realidade presente em nossa cidade.
Para ser padrinho ou madrinha, esclarecer dúvidas, sugerir idéias, para este projeto basta ligar para os telefones 27 9822 6822 ou 27 3752 1086 e falar com a presidente.
Para doações espontâneas: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
POUPANÇA - AGÊNCIA 0556-13- CONTA 6859-0
AVPD - ASSOCIAÇÃO VENECIANA DE PORTADORES DE DEFICIÊCIA.
Maria da Penha de Souza,
Matéria extraída do site www.nortes.com, o seu site de notícias, compras e muito mais. Faça uma visita e divulgue seu evento na nortes.com.